O esquadrão de busca das Great Smoky Mountains
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As recomendações, feitas por jornalistas pessoas-física, são boas também.
Ontem li uma reportagem super interessante sobre uma equipe de elite de voluntários que faz busca nas Great Smoky Mountains, um dos maiores parques ecológicos dos EUA e também um dos mais perigosos. Eu gosto muito dessas coisas de natureza, de trilha, de mato, de animais, mas confesso que minhas habilidades e instintos de sobrevivência são bem fracos, então eu não me arrisco para além dos meus limites.
Um trechinho:
Todos os anos, o parque registra mais de doze milhões de visitas, algumas das quais não vão bem. Dos anais de desventura e azar: Um menino de quinze anos pulou entre as pedras em um mirante panorâmico e caiu de uma altura de 150 metros. Um raio atingiu perto de onde um homem estava lendo em sua barraca; a carga "soldou" ele ao chão por pelo menos dez segundos. Um ciclista acertou um cervo e voou por cima do guidão. A 53 metros de profundidade em uma caverna, dois espeleólogos ficaram sem corda. Uma criança se separou de sua família e acabou na base de um penhasco. Caminhantes descobriram um homem congelando na Trilha dos Apalaches, 119 quilômetros da qual passam pelo parque; ele estava sem casaco e tinha enrolado os pés em cuecas e fita adesiva. Um pescador foi picado mais de cem vezes por vespas. Três mochileiros encalhados, incapazes de acender uma fogueira adequada mesmo com um pequeno maçarico, queimaram suas roupas. Uma criança tentou atravessar um rio em enchente depois que seus amigos avisaram que não, e foi levada correnteza abaixo. Um boiadeiro caiu em um rio e ficou preso entre pedras submersas.