Jogando fora 22 anos de dados pessoais
Hoje tive que fazer uma limpa nos meus documentos físicos e correspondências antigas, coisas que não servem mais pra nada e ocupam um espaço bem desnecessário, tipo comprovantes bancários, recibos de aluguel, notas de corretagem, cartões de visita antigos e até listas sobre qualquer coisa. Achei papéis a partir de 2003 (e algumas coisas mais antigas ainda).
Encontrei uma nota de câmbio de quando eu trabalhava como correspondente na revista chilena AméricaEconomia mostrando um câmbio de de 1 USD para 1,519 BRL, de 2008.
No meio achei algumas coisas legais também, como meu primeiro cartão de visita, lá de quando eu criei o Volt Data Lab, em 2015.
E o meu segundo, quando o logo já era cinza.
Também achei um monte de cartões de visita antigos, mas muitos mesmos, provavelmente mais de mil. É incrível como a gente conhece pessoas ao longo dos anos como jornalista. Tinha cartão de CEO de empresa grande, de acadêmicos, de empreendedores, de freelancers, de lavanderias, de lojas de som automotivo e de gente que só queria mesmo ter um cartão, entre muitos outros.
Esses cartões aqui são apenas umas das pilhas que eu achei.
Eu já fui mais apegado com esses tokens do meu passado, mas não tive problema em jogar quase tudo fora agora. Mas é interessante que sempre que eu faço uma limpa nos meus documentos eu lembro de quase tudo o que muitos deles significaram para minha fase adulta.
Também achei uma carteirinha das Classes Laboriosas, plano de saúde que meus pais pagavam pra gente quando eu era criança. Essa lembrança eu decidi manter.