Eu não saí das redes sociais...

Mas elas saíram de mim.

Depois de quase um ano sem ter a maioria dos apps de redes sociais instalados no meu celular, nem mesmo o YouTube, eu posso dizer com bastante certeza que achei que fosse sentir mais falta da minha dose de lixo diário. É uma meta minha usar menos o celular, a qual sou bem-sucedido a maior parte das semanas, com exceções.

Sim, eu ainda utilizo LinkedIn, Bluesky e até Instagram via computador, mas preciso admitir que cada vez menos, com menos intensidade e com menos interesse. Talvez o LinkedIn me atraia um pouquinho mais agora, não por ser uma excelente rede social em geral, mas por ser o espaço mais adequado para divulgar meus projetos.

Dessas redes, utilizo no celular apenas o YouTube, via conexão no Safari – larguei mão do app. Não usar o app nativo faz com que eu veja apenas as coisas que eu gosto mais, tipo talk shows americanos e vídeos sobre mapas e geopolítica. Essa fricção me faz bem.

No sentido mais amplo de redes sociais, considerando também apps de mensagens, tenho apenas Discord, Slack, WhatsApp e Telegram. A dias primeiras por serem ferramenta de trabalho (o Núcleo usa Discord para comunicação interna e Stanford usa Slack). A segunda porque, infelizmente, é impossível ficar sem esse tipo de app de mensagens, especialmente o Zap (é a dependência das Big Techs falando mais alto).

Seja como for, embora eu tenha aberto mais o celular (103 vezes em média por dia) nessa semana, a maior parte das vezes é comunicação, produtividade ou leitura – não estou desperdiçando meu tempo com doomscrolling.

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xô redes sociais